a frase de Elvis Presley põe-me a pensar naquilo que é o essencial do nosso trabalho (ouvir as pessoas). O que é que os nossos pacientes nos dizem e que impacto têm em nós e que importancia terá isso para eles.
Sabemos que o que nos dizem não é a verdade mas é aquilo que podem dizer hoje, na esperança de que noutro dia possam dizer o que aconteceu.
A familia e o romace familiar de cada um, vai surgindo no discurso como ensaios de de si próprios que esperam assentimento do outro. Os medos de ser e de parecer que não são bons, vão dando lugar a medos meno medrosos de se ser mais agressivo (disso eu não gosto, gosto de me ter como alguém bom..).
Estas pessoas, a quem a dúvida de se ser quem é, impede de viver parecem ter tido familias que os não deixaram ser quem queriam ser e foram sendo quem podiam ser.... mostram-nos todos os dias que pretendem actualizar connosco as expectativas que temos delas.... esperando que não nos aborreçamos com as estórias das suas vidas
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
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