a frase de Elvis Presley põe-me a pensar naquilo que é o essencial do nosso trabalho (ouvir as pessoas). O que é que os nossos pacientes nos dizem e que impacto têm em nós e que importancia terá isso para eles.
Sabemos que o que nos dizem não é a verdade mas é aquilo que podem dizer hoje, na esperança de que noutro dia possam dizer o que aconteceu.
A familia e o romace familiar de cada um, vai surgindo no discurso como ensaios de de si próprios que esperam assentimento do outro. Os medos de ser e de parecer que não são bons, vão dando lugar a medos meno medrosos de se ser mais agressivo (disso eu não gosto, gosto de me ter como alguém bom..).
Estas pessoas, a quem a dúvida de se ser quem é, impede de viver parecem ter tido familias que os não deixaram ser quem queriam ser e foram sendo quem podiam ser.... mostram-nos todos os dias que pretendem actualizar connosco as expectativas que temos delas.... esperando que não nos aborreçamos com as estórias das suas vidas
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
A journey of a thousand miles begins with a single step (Confucius)
Tal como Freud entendia, a certo passo, que o trabalho analítico consistiria em tornar consciente o que era inconsciente ( tendo-a alterado substancialmeente), também nós, estamos hoje, a afirmar coisas que sabemos estarem em mudança e serem só(?) o inicio de uma longa jornada.
O entendimento do que é, hoje, a psicoterapia psicanalítica não pode deixar de levar em conta que a relação psicoterapêutica é (decorre) geradora de sentimentos muio verdadeiros que emergem da própria relação sendo, por isso mesmo, dependentes do cotexto terapêutico. Não serão por isso transferiveis, no imediato, para o dia a dia dos pacientes. São, isso sim, elementos de organização interna que podem ser, desde logo, usados como instrumentos de regulação da relação nas sessões psicoterapêuticas.
O tecer das malhas do que decorre nas sessões psicoterapêuticas, fazendo o que parece ser, a cada momento, a melhor escolha e continuar a apresentar o que foi abordado em sessões passadas de modo a que a mente do paciente se permita a expansão e o enriquecimento no contexto das escolhas que vão acontecendo.
O entendimento do que é, hoje, a psicoterapia psicanalítica não pode deixar de levar em conta que a relação psicoterapêutica é (decorre) geradora de sentimentos muio verdadeiros que emergem da própria relação sendo, por isso mesmo, dependentes do cotexto terapêutico. Não serão por isso transferiveis, no imediato, para o dia a dia dos pacientes. São, isso sim, elementos de organização interna que podem ser, desde logo, usados como instrumentos de regulação da relação nas sessões psicoterapêuticas.
O tecer das malhas do que decorre nas sessões psicoterapêuticas, fazendo o que parece ser, a cada momento, a melhor escolha e continuar a apresentar o que foi abordado em sessões passadas de modo a que a mente do paciente se permita a expansão e o enriquecimento no contexto das escolhas que vão acontecendo.
A ideia de ter Freud à cabeceira (do blog, claro) surgiu na sequência de ter ouvido, no fim-se-semana, um amigo a resumir a influência do pai da psicanálise no nosso pensamento actual do seguinte modo "pensar com Freud e não como Freud".
Embora isto pareça pouco importante é, em minha opinião, um forte contributo para que se possa pensar de modo criativo sobre a influência determinante que Freud tem, ainda hoje, na nossa vida e nos mais diversos campos do saber (arte, política, saúde...).
Freud continua a ser um inspirador e um exemplo do amor à verdade e ao que de mais importante há nas relações humanas (o amor).
Embora isto pareça pouco importante é, em minha opinião, um forte contributo para que se possa pensar de modo criativo sobre a influência determinante que Freud tem, ainda hoje, na nossa vida e nos mais diversos campos do saber (arte, política, saúde...).
Freud continua a ser um inspirador e um exemplo do amor à verdade e ao que de mais importante há nas relações humanas (o amor).
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